"Nossas almas são como flores tenras
à mercê dos ventos do destino.
Elas tremulam à brisa da manhã e
curvam as cabeças sob o orvalho
cadente do céu."
à mercê dos ventos do destino.
Elas tremulam à brisa da manhã e
curvam as cabeças sob o orvalho
cadente do céu."
Khalil Gibran

