Todas as vezes que destruíram meus
sonhos, eu os refiz. Um por um.
Costurei todas as partes, colei todos
os cacos, pintei todas as lacunas, até
que, contente, os vi refeitos. E quando
não foram os meus sonhos, mas eu a
ser diminuída. Sangrei minhas dores,
chorei minhas feridas, mas cuidei de
cada uma delas para, depois de tudo,
me ver ainda mais forte.
(Diário Espírita)

