CHEGUE NA PAZ

19 de ago. de 2017


Todas as vezes que destruíram meus 
sonhos, eu os refiz. Um por um. 
Costurei todas as partes, colei todos
 os cacos, pintei todas as lacunas, até 
que, contente, os vi refeitos. E quando
 não foram os meus sonhos, mas eu a 
ser diminuída. Sangrei minhas dores, 
chorei minhas feridas, mas cuidei de 
cada uma delas para, depois de tudo, 
me ver ainda mais forte.

(Diário Espírita)