Como nos custa dizer:
meu irmão, eu me enganei.
Eu preciso muito de seu perdão!
Ou, eu te perdoo de todo coração!
Atrás destas dificuldades se esconde uma verdade: somente será capaz de perdoar aos outros aquele que experimenta cada dia, na sua carne, a alegria de um perdão fraterno e ilimitado que o reabilita continuamente como pessoa e como filho de Deus.
Quando perdoamos ou somos perdoados, estamos oferecendo à nós e aos outros a possibilidade de uma vida de plenitude.
É importante e urgente que comecemos a praticar o perdão em cada dia de nossas vidas para que sejamos libertos de culpa, medo, angústia, raiva e ódio, sentimentos esses que quando estão em desequilíbrio apenas nos atrapalham a vida, não nos ajudam em absolutamente em nada e ainda ocupa um espaço para nossas “graças” magnetizarem.
Praticando o perdão estaremos iniciando um processo de cura dentro de nós e em quem perdoarmos.

