29 de out. de 2015
28 de out. de 2015
Hoje é Dia do Servidor Público e quero homenagear a todos aqueles que trabalham
para o nosso país de alguma forma, em
qualquer área de atuação. Parabéns!
27 de out. de 2015
Semeando....
Quem planta árvores, colhe alimentos.
Quem planta flores, colhe perfume.
Quem semeia trigo, colhe pão.
Quem planta amor, colhe amizades.
Quem semeia alegria, colhe felicidade.
Quem planta a vida, colhe milagres.
Quem semeia a verdade, colhe confiança.
Quem semeia a fé, colhe certeza.
Quem semeia o carinho, colhe gratidão.
No entanto, há quem prefira semear
tristeza e colher amargura.
Plantar discórdia e colher solidão.
Semear vento e colher tempestade.
Plantar ira e colher inimizades.
Plantar injustiça e colher abandono.
Somos semeadores conscientes,
espalhando diariamente milhões
de sementes ao nosso redor.
Que possamos escolher
sempre as melhores,
para que, ao recebermos
a dádiva da colheita farta,
tenhamos apenas motivos
para agradecer...
(Gotas de Paz)

“Abençoar uma pessoa sempre foi desejar o melhor para ela, não precisa vincular o verbo a uma religião, mesmo dizendo a célebre frase - Deus te abençoe. Abençoar por causa de uma situação invejável ou desejável para si é saudável, desde que a inveja não corroa a sua bênção. Abençoar por causa de uma situação lastimável ou miserável é saudável, desde que você não desabe, pois se for à nocaute emocional, já não será útil para ajudar. Quem muito abençoa, muito mais vive abençoado. Quem abençoa cultiva um bom coração, forte e longevo. Quem abençoa é porque ama. Quem muito ama, muito mais é amado. Que você ame e abençoe para ser muito amado e ainda mais abençoado.
Nós te abençoamos!”
Nós te abençoamos!”
- Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon

"Somos condutores de energia.
Se desejamos o bem, o bem vem.
Se espalhamos amor, o amor fica.
Se sorrimos, sorrisos recebemos.
Pode demorar. Pode não ser sempre.
Mas se tem uma coisa que a vida faz,
é ser grata, desde que sejamos com ela.
Se tem uma coisa que o Universo faz,
é ser justo, desde que sejamos
com nosso próximo. As coisas acontecem.
A bondade existe. O amor vence. E toda positividade precisa circular. Espalhe."
(Ana Nunes)
Se desejamos o bem, o bem vem.
Se espalhamos amor, o amor fica.
Se sorrimos, sorrisos recebemos.
Pode demorar. Pode não ser sempre.
Mas se tem uma coisa que a vida faz,
é ser grata, desde que sejamos com ela.
Se tem uma coisa que o Universo faz,
é ser justo, desde que sejamos
com nosso próximo. As coisas acontecem.
A bondade existe. O amor vence. E toda positividade precisa circular. Espalhe."
(Ana Nunes)

"Ninguém ensina a viver. Viver não se ensina. A vida não tem regras iguais para todo mundo, como uma receita ou bula. Viva a sua vida de acordo com a sua consciência, mas viva intensamente cada segundo, viva o aqui e o agora. Viver a vida do outro, viver para o outro, viver aquilo que o outro quer é a pior prisão que existe."
(Fábio Figueiredo)

"Valorize mais as oportunidades
que a Vida te oferece...
Tenha como objetivo, acreditar
no seu poder e na sua capacidade
de realização, e fale várias vezes
para você mesmo(a):
- "Eu quero, eu posso e vou conseguir!" ...
Ao cultivar o otimismo você cria
uma atmosfera de boas energias
ao seu redor, que contribuem
para materializar o seu desejo!
Você se debate contra os sinais de indiferença e egoísmo humanos? Sente-se oprimido pela sensação de que, enquanto se preocupa com o mundo, ao contrário de muitos outros? Julga que a indiferença de pessoas iguais a você está esvaziando o que resta da civilização e da vida na Terra? Se assim é, você não está sozinho. Mas também não está certo.
Um Estudo da Fundação Causa Comum a ser publicado em novembro, revela duas descobertas transformadoras. A primeira é que a grande maioria das 1000 pessoas pesquisadas – 74% – identificam-se mais fortemente com valores altruístas do que com valores egoístas. Significa que estão mais interessadas em gentileza, honestidade, perdão e justiça do que em dinheiro, fama, status e poder. A segunda é que uma maioria semelhante – 78% – acredita que os outros são mais egoístas do que realmente são. Ou seja, cometemos um terrível erro sobre o comportamento das outras pessoas.
A revelação de que a característica humana dominante é, digamos, a humanidade, não é surpresa para quem acompanhou o recente desenvolvimento das ciências sociais e do comportamento. As pessoas, sugerem essas descobertas, são básica e intrinsecamente boa gente.
Um artigo de revisão no jornal Fronteiras em Psicologia (Frontiers in Psychology) afirma que nosso comportamento em relação a membros de nossa espécie que não são nossos parentes é “espetacularmente incomum, comparado ao de outros animais”. Enquanto chimpanzés aceitam partilhar comida com membros do seu próprio grupo, embora geralmente só depois de importunados por pedidos agressivos, com estranhos eles tendem a reagir violentamente. Chimpanzés, observam os autores, comportam-se mais como o Homo economicus da mitologia neoliberal do que as pessoas.
Os humanos são, ao contrário, ultrassociais. Possuem uma elevada capacidade de empatia, sensibilidade sem paralelos para as necessidades do outro, um nível incomparável de preocupação com o bem-estar deste e capacidade de criar normas morais que generalizam e fazem valer essas tendências.
Esses traços emergem tão cedo em nossas vidas que parecem inatos. Ou seja, parece que evoluímos para nos tornarmos assim. Por volta dos 14 meses, as crianças começam a ajudar umas às outras — por exemplo pegando coisas para aquelas que não as conseguem alcançar. Quando chegam aos dois anos, passam a compartilhar objetos que valorizam. Aos três, começam a protestar contra a violação das normas morais por outras pessoas.
Um texto fascinante do jornal Infância (Infancy) revela que isso não tem nada a ver com recompensa. Crianças de três a cinco anos mostram-se menos propensas a ajudar alguém pela segunda vez se foram recompensadas ao fazê-lo pela primeira vez. Ou seja, recompensas externas parecem minar o desejo intrínseco de ajudar. (Pais, economistas e governos, anotem, por favor.)
O estudo descobriu também que crianças dessa idade estão mais inclinadas a ajudar pessoas que percebem estar sofrendo, e que desejam ver tal pessoa amparada, seja ou não por elas próprias. Isso sugere que são motivadas por um interesse genuíno no bem-estar da outra pessoa, ao invés do desejo de posar de benevolentes.
Por que razão? Como a árdua lógica da evolução produziria tais resultados? A questão é objeto de debates acalorados. Uma escola de pensamento defende que altruísmo é a resposta lógica à vida em pequenos grupos de parentes próximos, e a evolução, distraída, não foi capaz de perceber que agora vivemos em grandes grupos, a maioria composta por estrangeiros. Uma outra argumenta que grandes grupos, com grande número de altruístas, irão superar grandes grupos com grande número de egoístas. Uma terceira hipótese insiste em que a tendência à colaboração melhora a sobrevivência de cada um, independentemente do grupo em que se encontre. Qualquer que seja o mecanismo, o resultado é motivo para celebrar.
Se é assim, por que conservamos uma visão tão sombria da natureza humana? Em parte, talvez, por razões históricas. Filósofos, de Hobbesa Rousseau, Malthus a Schopenhauer, cujo entendimento da evolução humana limitava-se ao Livro de Gênesis, produziram relatos persuasivos, influentes e catastroficamente equivocados sobre o “estado de natureza” (nossas características inatas, ancestrais). Suas especulações sobre esse assunto deveriam há muito ter sido colocadas numa prateleira alta, etiquetada de “curiosidades históricas”. Mas de alguma forma elas ainda parecem exercer controle sobre nossas mentes.
Outro problema é que – quase por definição – muitos daqueles que dominam a vida pública têm fixação incomum em fama, dinheiro e poder. Seu extremo autocentramento faz deles uma pequena minoria. Mas, como estão em todo lugar, achamos que são representativos da humanidade.
A mídia idolatra riqueza e poder, e às vezes lança ataques furiosos contra pessoas que se comportam altruisticamente. Vale atentar para o espaço dado, nos jornais e TVs, a pessoas que falam e escrevem como se fossem psicopatas.
As consequências desse pessimismo indevido sobre a natureza humana são notáveis. Como revelam as entrevistas e a pesquisa da Common Cause Foundation, os que têm visão mais sombria da humanidade são os que tendem a votar menos. Por que razão o fariam, raciocinam, se todos os outros votam apenas segundo seus próprios interesses egoístas? De modo interessante, e que pode alarmar pessoas da minha sensibilidade política, também descobriram que as pessoas de ideias libertárias tendem a ter uma visão das outras pessoas mais sombria que a dos conservadores. Você quer que as ideias de transformação social avancem? Se é assim espalhe a notícia de que as pessoas, em sua grande maioria, são bem-intencionadas.
A misantropia abre campo para a minoria gananciosa, e alucinada pelo poder, que tende a dominar nossos sistemas políticos. Se soubéssemos quanto são anormais, estaríamos mais inclinados a rejeitá-los e buscar líderes melhores. Isso contribui para o perigo real que enfrentamos: não um egoísmo generalizado, mas uma passividade generalizada. Bilhões de pessoas decentes balançam suas cabeças enquanto o mundo pega fogo, imobilizadas pela convicção de que ninguém mais quer saber de nada.
Você não está só. O mundo está com você, ainda que não tenha encontrado sua voz.
George Monbiot - jornalista e ambientalista inglês, publicado por Outras Palavras, 14-10-2015.
"Muitas vezes agimos instantaneamente diante de uma situação. Mas aqueles que são bem sucedidos analisam a situação antes de agir. Tais pessoas anteveem o resultado de suas ações e por isso procuram fazer a coisa certa evitando contratempos futuros. Elas dão o melhor de si a cada escolha. Quando dou tempo para mim e penso antes de realizar qualquer ação, consigo ser claro em meu pensamento. As consequências da ação que desejo tomar ficam claras na minha mente e as decisões que tomo para superar a situação dão certo. Assim, o sucesso vem de forma fácil e segura.
(Brahma Kumaris)
Tudo o que você encontra nesta vida é algo
que foi preparado para você enfrentar.
Trabalhos na vida, conselhos da alma,
orientação de uma equipe grande de anjos, antepassados e avatares trouxeram você
para estar em um lugar com a consciência
encarnada em um corpo físico. Mesmo que
as pressões da vida possam mantê-lo
em uma ilusão fazendo-o acreditar que você
deve seguir sozinho seu caminho superando as situações difíceis. Você tem a capacidade para
isto, mas também tem a totalidade de sua
experiência multidimensional para recorrer,
o que amplia sua capacidade de superar
qualquer desafio.
que foi preparado para você enfrentar.
Trabalhos na vida, conselhos da alma,
orientação de uma equipe grande de anjos, antepassados e avatares trouxeram você
para estar em um lugar com a consciência
encarnada em um corpo físico. Mesmo que
as pressões da vida possam mantê-lo
em uma ilusão fazendo-o acreditar que você
deve seguir sozinho seu caminho superando as situações difíceis. Você tem a capacidade para
isto, mas também tem a totalidade de sua
experiência multidimensional para recorrer,
o que amplia sua capacidade de superar
qualquer desafio.

A sabedoria de você se conectar no seu interior como parte fundamental de sua experiência física na Terra não é a mesma que o conhecimento adquirido ou de ter alguma compreensão sobre as coisas. Quem você é, como já dissemos antes é conhecimento. Ter um “conhecimento de tudo” por vezes mascara a percepção de vulnerabilidade que você pode sentir quando estiver operando como uma consciência que está em um mundo adormecido, ou pode se proteger com as energias práticas do imaginado ego inflacionado por algum trauma emocional que volta para assombrar. Atrás do “conhecimento de tudo” está o “conhecimento de nada”, mas por trás de todas as máscaras está a realidade do conhecedor. Reconheça isso em si mesmo.

O que é gratidão? Apenas o reconhecimento pelo apoio universal. É algo que você tem em abundância, mesmo que as histórias em torno de você sugiram o contrário. Quando o apoio parece estar faltando em algum lugar, em sintonia com o conhecimento dentro de si mesmo. Isso é um bom lugar para começar a mudança com esperança e gratidão.

Nenhuma gratidão conduz a um coração
cheio, embora a gratidão leve o coração
a se expressar e se expandir sem limitações.
Onde você vê a ação de alguém que busca
a paz com amor, agradeça pela busca
ter trazido os elementos juntos para você ver. Onde a gratidão pode ser mais parecida
com a valorização em silêncio, o indivíduo
canta no seu interior.
Onde a gratidão se expressa através
das palavras e ações de um indivíduo,
a música se torna conhecida.
Assinar:
Postagens (Atom)
















