CHEGUE NA PAZ

Mostrando postagens com marcador DATA FESTIVA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DATA FESTIVA. Mostrar todas as postagens

21 de fev. de 2012

Carnaval

Que lembranças você tem do carnaval? De um cheiro...?

"Hoje não tem dança, não tem mais menina de trança, nem cheiro de lança no ar". De um beijo...? "Vou beijar-te agora, não me leve a mal, pois é carnaval". De uma loucura...? "Vestiu uma camisa listada e saiu por aí. Em vez de tomar chá com torrada, ele tomou parati". De um porre...? "Eu sou da turma do funil, todo mundo bebe mas ninguém dorme no ponto...". De um desencontro...? "Este ano não vai ser igual aquele que passou, eu não brinquei, você também não brincou".

Você lembra de uma cidade...? "Voltei Recife, foi a saudade que me trouxe pelo braço". De uma solidariedade? "Todo mundo entendeu quando Zelão chorou. Ninguém riu, ninguém brincou, mas era carnaval".

Carnavais de todos os tempos, dos lampiões a gás, da volta pra casa, de madrugada, feliz..."A estrela Dalva, no céu desponta, e a lua anda tonta, com tamanho esplendor...". Carnavais dos terreiros, dos blocos, do bonde. Carnaval que continua trazendo emoções, surpresas, fantasias.

Carnaval que sobrevive. Teimoso.

Carnaval que resiste aos sambódromos, à publicidade, à falta de poesia. Os terreirões, o samba na Cinelândia, os blocos de rua. Marchinhas que insistem em ser cantadas, mesmo ensurdecidas com os tigrões e outros arrastões sem ritmo.

Carnaval que resiste à dengue, emblema maior do descaso, do desgoverno, da incompetência, que nos faz parecer um país medieval (lembra quando os estrangeiros perguntavam se aqui havia cobras em Copacabana e índios pelados na praia?). Carnaval que resiste à tristeza ou existe também com ela. "Mas chegou meu carnaval e ela não desfilou. Eu chorei, na avenida eu chorei..."

É a nossa festa, a mais brasileira, a mais pontual, a que nos promete mais calor e possibilidade de encontros e alegria.

Alguns de nós fogem, se refugiam numa praia, na montanha. Mas, lá de longe, onde os tambores não ecoam, escondido dos confetes, encontra alguém, reencontra, descobre um sentimento escondido. E volta feliz com o seu carnaval diferente, inesperado. Outros mergulham na paz da procura de si mesmo.

Mas, quando volta ao cotidiano e alguém pergunta: o que você fez neste carnaval? O nosso ermitão responde: neste carnaval, eu...

A todos os que ficam - no bloco, nos desfiles, na praia, na rua, no sossego da poltrona em frente à TV. A todos os que preferem outras viagens - na cozinha, na música, num cantinho a dois, longe da multidão. A todos que viajam em busca de um oásis no meio da tempestade de batuques... a todos os amigos: um feliz carnaval e um retorno sem engarrafamentos ou maiores ressacas. Tragam boas histórias, pra gente trocar pelo resto do ano.

"Pedi" licença aos compositores das músicas citadas: Edu Lobo, Chico Buarque, Assis Valente, Sérgio Ricardo. Aos que não lembro (ou não sei), peço perdão.

(Aldo Cordeiro)

20 de jan. de 2012

Dia do Farmacêutico - Parabéns!

Hino do Farmacêutico

Autor: Islou Silva
CRF-DF 1.123

A cura do homem no passado
Que por meio de ungüentos se dava
Foi pelo eterno Hipócrates
Do tempo dos deuses tirada

Da inesgotável fonte de Deus
O homem de remédios se proveu
Dos fartos recursos naturais
Com sabedoria se serviu

Oh, que herança inaudita
Farmácia, ciência milenar
De Galeno as antigas boticas
Vieram a dor do homem minorar
Ergo os meus olhos bem alto
E contemplo a missão do saber
Que melhora a vida do homem
E com prazer o ajuda a viver.

Da grande missão da ciência
Serei sempre um forte aliado
Em busca de conhecimento
Com a ética sempre ao meu lado

Carrego pra sempre em meus ombros
A intrépida vontade de vencer
E cultuo no meu coração
O afã da cura nos trazer.

22 de dez. de 2011

Natal sem o Papai Noel

Estou preparando a minha árvore de Natal. Quero que ela seja viva, mas não quero que seja exterior. Eu a quero dentro de mim. Tenho medo das exterioridades. Elas nos condenam. Ando pensando que o silêncio do interior é mais convincente que o argumento da palavra.

Quero que minha árvore seja feita de silêncios. Silêncios que façam intuir felicidade, contentamento, sorrisos sinceros.

Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento. A vida é mais bonita no improviso, no encontro inesperado, quando os olhares se cruzam e se encontram.

Quero que minha árvore seja feita de realidades. Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos. Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens. Não quero muitas luzes. Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista. Tenho medo de que as árvores muito iluminadas me façam esquecer o dono da festa.

Não quero Papai Noel por perto. Aliás acho essa figura totalmente dispensável! Pode ficar no Pólo Norte desfrutando do seu inverno. Suas roupas vermelhas e suas barbas longas não combinam com o calor que enfrentamos nessa época do ano. Prefiro a presença dos pastores com seus presentes sinceros.

Papai Noel faz muito barulho quando chega. Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado. Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam... Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu. São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única. O ouro que brilha, o incenso que perfuma o ambiente e a mirra com suas composições miraculosas.

O Papai Noel chega derrubando tudo. Suas renas indisciplinadas dispersam as crianças, reiram a paz dos adultos. Os brinquedos tão espalhafatosos retiram a tranquilidade da noite que deveria ser silenciosa e feliz. O grande problema é que não sabemos que a felicidade mais fecunda é aquela que acontece no silêncio.

É por isso que neste Natal eu não quero muita coisa. Quero apenas o direito de recolher o pequenino menino na manjedoura... Quero acolhê-lo nos braços, cantar-lhe canções de ninar, afagar-lhe os cabelos, apertar-lhe as bochechas, trocar-lhe as fraldas para que não tenha assaduras e dizer nos seus ouvidos que ele é a razão que me faz acreditar que a noite poderá ser verdadeiramente feliz.

Neste Natal eu não quero muito. Quero apenas dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino. Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José. Ando desfrutando nos últimos dias o desejo mais intenso de que a vida vença a morte.

Talvez seja por isso que ando desejando uma árvore invisível. O único jeito que temos de vencer a morte é descobrindo a vida nos pequenos espaços. Assim vamos fazendo a substituição. Onde existe o desespero da morte eu coloco o sorriso da vida.

Façam o mesmo!

Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder. Fechem as suas chaminés. Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente.

Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos. Descubram a felicidade silenciosa. Ela é discreta, mas existe! Eu lhes garanto!

Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre. Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente. O que alegra um coração humano é tão pouco que parece ser quase nada. Ousem dar o quase nada. Não dá trabalho, nem custa muito...

E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível.

Padre Fábio de Melo

21 de dez. de 2011

Meu desejo...

Desejo que neste Natal,
antes de você perceber Jesus nas luzinhas que piscam pela cidade,
você O encontre primeiramente em seu coração. E, à frente de qualquer palavra que expresse seu desejo de um feliz Natal, O encontre em suas ações.

Que você O encontre não só na alegria que sente ao sair das lojas com presentes
para as pessoas que você ama, mas também na feição triste da criança abandonada
nas ruas, na qual muitas vezes você esbarra apressadamente.

Que você encontre Jesus no momento em que pegar nas mãozinhas delicadas
de seu filho, lembrando-se das mãozinhas pedintes, quase sempre sujas de calçada,
que só sabem o que significa rudeza.

Que você O encontre no abraço de um amigo,
lembrando-se dos tantos que só têm a solidão como companheira.

Que você O encontre na feição do idoso da sua família, lembrando-se daqueles que tanto deram de si a alguém, e hoje são esquecidos até pela sociedade.

Que você O encontre na lembrança suave e sempre viva daquela pessoa querida que já não está mais fisicamente ao seu lado, lembrando-se daqueles que já nem se recordam mais quem foram, enfraquecidos pelo vazio de suas vidas.

Que você encontre Jesus na bênção de sua mesa farta e no aconchego de sua família, lembrando-se daqueles que mal alimentam-se do pão e sequer um lar têm.

Que você O encontre não apenas no presente que troca,
mas principalmente na vida que Ele lhe deu como presente.

Que você lembre-se, então, de agradecer por ser uma pessoa
privilegiada em meio a um mundo tão contraditório!

Que você também encontre Jesus à meia- noite do dia 31
e sinta o mistério grandioso da vida, que renasce junto com cada ano.

Então festeje... festeje o ano que acabou não apenas como dias que se passaram,
e sim como mais um trecho percorrido na estrada da sua vida!

Festeje a alegria que lhe extasiou e a dor que lhe fez crescer!

Festeje pelo bem que foi capaz de fazer e pelo mal que foi capaz de superar!

Festeje o prazer de cada conquista e o aprendizado de cada derrota!

Festeje por estar aqui!

Festeje a esperança no ano que se inicia, no amanhã!

Festeje a vida!

Abra os braços do coração para receber os sonhos e expectativas do ano novo.

Rodopie... jogue fora o medo, sinta a vida!...

Sonhe, busque, espere... ame e reame!

Deixe sua alma voar alto... pegar carona com os fogos coloridos. Mentalize seus desejos mais íntimos e acredite: eles também chegarão ao céu.

Irão se misturar às estrelas, irão penetrar no Universo e voltarão cheios de energia para tornarem-se reais.

Basta você querer de verdade, ter fé e nunca, NUNCA desistir deles!

E que seu ano novo seja, então, plenificado de bênçãos e realizações.

Fernanda Campos Scialla

18 de dez. de 2011

Abra antes do Natal

Muitos passam o mês dezembro fazendo compras, embrulhando presentes, decorando árvores de Natal e preparando-se para as festas e feriados, mas não se preparam para um Natal transformador, nem estão livres para experimentar seu significado real em todas as áreas da vida.

Minha preocupação maior é que o Natal não faça diferença alguma em nossa vida, que voltemos à mesma antiga rotina, às mesmas pessoas que éramos antes de tudo haver começado.

É possível festejar a estação e perder o Natal!

Imagine uma época em que você abriu todos os presentes, menos os de determinada pessoa. Sinta a mágoa dessa rejeição.

Olhe para a situação da perspectiva divina.

O que você acha que Ele deseja lhe dar?

Imagine-o esperando que você desembrulhe o seu presente.

Lembro-me que quando eu era criança, minha ansiedade nos dias que antecediam o Natal ia aumentando com cada presente que eu via marcado com a etiqueta "não abra antes do Natal"!

Quando eu pensava que ninguém estava vendo eu me arrastava para debaixo da árvore, apertava chacoalhava os presentes, tentando adivinhar se o que estava envolto por aquele papel era o meu desejado presente. Então, na véspera de Natal, eu ia para a cama e sonhava com o que certamente encontraria na manhã seguinte, ao abrir
os presentes.

O presente que desejo partilhar com você nestes dias que culminam com o Natal traz inscrita uma observação bem diferente. Nele está escrito o seu nome.

E diz: "Abrir em preparação para o Natal e para ser desfrutado durante o ano todo!"

O verdadeiro Natal acontece de coração para coração.

O presente do coração de Deus é o oferecimento de Cristo a você e a mim.

A coisa mais trágica que poderia acontecer é passarmos a época do Natal sem jamais abrir, nem aceitar as dádivas de amor, alegria, esperança e paz que fluem do coração divino em direção ao nosso! Cristo traz tudo isso para nossa vida.


Você já "abriu" o presente de Deus para você?

Cristo é o motivo do seu Natal?

22 de dez. de 2010

Feliz Natal!!!

Mais uma vez, estamos vivendo o clima ... o ambiente ... os sentimentos ... e as emoções de uma grande festa. Faltam apenas alguns dias para o Natal. As luzes da cidade já estão acesas. A natureza se veste de gala, ostentando luzes e cores diversas. É o menino Jesus que vem ao nosso encontro procurando, outra vez, um lugar para nascer. Vamos abrir espaços em nossos corações e deixemos que o Menino Deus faça dele a sua morada e realize em nossas vidas seu plano de amor. Para que, assim, o verdadeiro sentido do Natal não se perca nas trocas de presentes e algumas palavras frias e sem sentidos. Aproveito este clima de festa para desejar a você: Um NATAL cheio de AMOR ... E de PERDÃO. AMOR, porque é no amor que encontramos o verdadeiro sentido da vida. PERDÃO, porque é através do perdão que damos ao amor o sentido mais pleno. Mas sobretudo, desejo que, quando todos se reunirem para celebrar o nascimento de Cristo, você receba do céu todas as bênçãos. E que estas bênçãos se estendam a sua família. Pois só a família é o símbolo de um Natal Feliz.