Eu me proíbo de dizer não ao amor, de esquecer que Deus existe , de duvidar que sou capaz.
Eu me proíbo de não ouvir a minha intuição, de escutar criticas destrutivas, de me associar à pessoas sem escrúpulos.
Eu me proíbo de preocupar com o que pensam de mim, de me incomodar com os invejosos, de usar pessoas para interesse próprio.
Eu me proíbo de ficar triste por coisas tolas, de sorrir forçado, de abraçar quem não merece nem meu aperto de mão.
Eu me proíbo de dizer sim quando quero dizer não, de engolir o choro, de negar meus ideais.
Eu me proíbo de deixar de sonhar, de acreditar, de lamentar pelo que deixei de fazer.
Eu me proíbo de perder a fé!
Porém, a única coisa que não me proíbo jamais é a de viver a vida intensamente, sempre, sempre, sempre, ainda que esta minha forma de se viver seja tão incompreensível quanto a fórmula da minha felicidade...
(A.D)

