CHEGUE NA PAZ

4 de set. de 2012

‎"... a ternura da brisa sobre a relva, 
a ternura de um botão que se abre em flor, 
a mão que encontra o gesto perfeito, 
o toque que cura, o olhar de pura compreensão, 
sem pedir nada em troca.
Em nossas vidas,
a ternura se traduz na naturalidade de nossas ações
porque a Alma dissolveu todo o medo de ser."