Podemos parecer loucos e dar asas ao que sentimos e sonhamos. Mas constatei. Melhor ser louco vivendo, sentindo e sonhando, do que ser lúcido e vegetando.
Paralisados pelo medo, medo de sentir, medo de amar e medo de viver.
Que a gente perca o medo de dançar na chuva como as crianças e sinta a alegria da liberdade de viver amando a vida.