Que beleza, que harmonia, que unidade profunda, que complementariedade e solidariedade entre os seres vivos!
Que força criadora para inventar miríades de espécies animais e vegetais singulares!
Às vezes, me sinto esmagado pela crueldade da vida, pela necessidade de matar para viver, por sua energia destruidora, seus conflitos, sempre com o triunfo da morte.
Depois consigo reunir, manter, ligar indissoluvelmente as duas verdades contrárias.
A vida é dádiva e fardo, a vida é maravilhosa e terrível.”
(Edgar Morin)
(Edgar Morin)

