CHEGUE NA PAZ

17 de jan. de 2024



“Às vezes, me sinto esmagado pelo amor à vida. 

Que beleza, que harmonia, que unidade profunda, que complementariedade e solidariedade entre os seres vivos! 

Que força criadora para inventar miríades de espécies animais e vegetais singulares! 

Às vezes, me sinto esmagado pela crueldade da vida, pela necessidade de matar para viver, por sua energia destruidora, seus conflitos, sempre com o triunfo da morte. 

Depois consigo reunir, manter, ligar indissoluvelmente as duas verdades contrárias. 

A vida é dádiva e fardo, a vida é maravilhosa e terrível.”

(Edgar Morin)