Desculpa a hora tardia, destas minhas breves letras, onde o meu nome não quero que o percas. Neste Natal, talvez te peça muito, ou o talvez, seja tarde demais.
Mas tu compreensivo pela madrugada, de presentes que são tudo, para quem não tem nada, entenderás o meu pedido onde todos nós, respiramos o mesmo ar.
Não deixes que o mundo seja frio, tem mãos na pobreza e desarma a guerra, não deixes evoluir o terrorismo a repressão o racismo a agressão (seja ela qual for).
Não te esqueças de visitar as crianças sem pão, sem carinho, AMOR e teto, que vivem sobre a terra.
Entrega luz, força e coragem, aquele que vive na escuridão.
Desculpa que te diga, mas ultimamente tens sido desobediente, pois ano, após ano tenho que te pedir sempre a mesma história, cantada pelo coração.
É tão simples este refrão. Não precisa de embrulho muito menos de laço, manda só um abraço e aquece o mundo, porque sangra de frio nesta estação.
Para mim esquece isso... manda um cheirinho de Saúde e Paz quanto ao Amor deixa comigo... Eu resolvo!
Mas perdoa-me os erros, e os pecados. Ninguém é perfeito...
Eu, também não!
(Carla Tavares)

