CHEGUE NA PAZ

14 de jun. de 2022



Perdi as contas de quantas vezes me anulei para caber na vida das pessoas e me sentir fazendo parte de alguma coisa. 

Fui deixando de ser eu, me anulando para ser aceita e me encaixar em algo ou alguém totalmente diferente de mim, da minha essência. 

Até me dar conta de que eu não preciso mudar para ser aceita, mas, sim, ser como realmente sou: com minhas qualidades e defeitos. 

Que eu não preciso estar rodeada de pessoas para me sentir bem.

Que quantidade não quer dizer nada e que qualidade é o que realmente importa. 

Que nada melhor do que estar com quem valoriza a nossa presença e faz questão de sempre estar presente. 

Que para ser feliz eu não preciso conviver com quem não faz questão de estar na minha companhia, por medo, insegurança de ficar sozinha.

A melhor coisa que fiz por mim, foi parar de me importar com quem não se importa comigo e passei a valorizar mais os meus momentos sozinha, sendo eu mesma.