CHEGUE NA PAZ

21 de ago. de 2021



O ato de julgar...

Julgar é algo que o ser humano tira de letra.

Julga a forma como o outro se veste, se comporta, seu linguajar, sua aparência, seu modo de pensar, de enxergar o mundo, e por aí, vai.

Há pessoas que vieram ao mundo com o único propósito de julgar e apontar os defeitos dos outros, mas se esquecem de olhar para si mesmas e reconhecer o quanto são vazias e fracas de personalidade.

Perfeição não existe. Todos somos falhos.

Se quiser ser grande de espírito, ajude a quem precisa, sem julgamentos, sem disparates.

Cada ser é único e vive da maneira que lhe convém.

Portanto, não cabe a mim, nem a você fazer qualquer tipo de apontamento sobre suas escolhas.

Cabe a nós, aceitá-lo como realmente é, sem dramas, sem ameaças.

Pois a verdadeira beleza do ser humano se encontra no seu interior, na essência de sua alma.

Muitas vezes, julgamos o presente pelo embrulho, no entanto, fica a ressalva:
- Assim como, uma bomba pode vir embrulhada num lindo papel de presente e numa caixa decorada, uma joia pode vir embrulhada num simples papel amassado e ser jogada fora.

(Nanda Araújo)