O ato de julgar...
Julgar é algo que o ser humano tira de letra.
Julga a forma como o outro se veste, se comporta, seu linguajar, sua aparência, seu modo de pensar, de enxergar o mundo, e por aí, vai.
Há pessoas que vieram ao mundo com o único propósito de julgar e apontar os defeitos dos outros, mas se esquecem de olhar para si mesmas e reconhecer o quanto são vazias e fracas de personalidade.
Perfeição não existe. Todos somos falhos.
Se quiser ser grande de espírito, ajude a quem precisa, sem julgamentos, sem disparates.
Cada ser é único e vive da maneira que lhe convém.
Portanto, não cabe a mim, nem a você fazer qualquer tipo de apontamento sobre suas escolhas.
Cabe a nós, aceitá-lo como realmente é, sem dramas, sem ameaças.
Pois a verdadeira beleza do ser humano se encontra no seu interior, na essência de sua alma.
Muitas vezes, julgamos o presente pelo embrulho, no entanto, fica a ressalva:
- Assim como, uma bomba pode vir embrulhada num lindo papel de presente e numa caixa decorada, uma joia pode vir embrulhada num simples papel amassado e ser jogada fora.
(Nanda Araújo)
