Como sair de um relacionamento destrutivo.
(Raphaella Martini)
Relacionamento Destrutivo é uma relação em que se baseia no controle, ciúme, manipulação, desrespeito, intimidação, superioridade, posse, agressão física, agressão verbal, agressão psicológica, agressão sexual e abuso de poder sobre a decisão do parceiro ou parceira.
Conforme mais pessoas se colocarem à disposição do seu parceiro ou parceira, afastando-se de si mesmo e deixando de lado as suas prioridades, mais o relacionamento destrutivo predominará.
O mais preocupante é que começamos a nos sentir presos e perdemos a capacidade de tomar decisões e de se sentir feliz novamente. A maioria dos relacionamentos destrutivos termina mal.
Portanto, embora seja difícil, é melhor reconhecer o problema para acabar com ele o mais rápido possível.
1. Coloque um ponto final definitivo.
Tome a decisão de terminar e seja firme. Pense em você e no seu bem-estar. Cuide-se muito e para isso, comece afastando esse relacionamento tóxico, assume a realidade da infelicidade.
2. Mantenha distância.
Não adianta estar próximo quando a intenção é acabar com uma relação complicada. Mesmo que a frequência seja reduzida, simples encontros esporádicos podem tornar difícil tanto a decisão quanto a certeza de ambos da necessidade do rompimento.
3. Não dê brechas para recaídas.
Ceder a um reencontro pode fazer com que você volte a ficar insegura do que quer além de jogar fora todo o resultado obtido, mesmo que seja pouco.
É muito comum que parceiros que foram deixados prometam um novo comportamento se forem aceitos de volta, o que na maior parte dos casos, não chega a ocorrer e pode te deixar confusa(o).
4. Peça ajuda aos amigos.
Para passar por esse momento confuso e dolorido, é importante podermos contar com pessoas em quem confiamos. Peça ajuda a seus amigos e familiares, explique a situação e conte com o apoio deles para resistir.
A visão de pessoas externas ao relacionamento, mas que conhecem a história, pode ser relevante para a sua decisão e até te mostrar ângulos que você não tinha percebido.
5. Procure ajuda psicológica especializada.
Se você tem a possibilidade de procurar um psicólogo para poder iniciar um tratamento, isso será uma grande ajuda. A Orientação Psicológica também pode te auxiliar de forma abrangente e focal rumo a liberdade desta relação que só te fere.

