Nem sempre sei como se faz! Às vezes, o
que tenho como certo, deixa de me fazer sentido.
Às vezes, preciso de recuar. Reajustar. Realinhar.
Mas não é isso que me tolhe o ser. Não é isso
que me diminui o querer e não é isso que me faz
sombra à alma. Nem é isso que me impede de ir.
Vou na mesma. Vou sempre. Vou com medo,
com incertezas, com expectativas.
(A.D)

