É aquela que se vale da palavra “disciplina” como forma de mascarar a privação da espontaneidade, criando robôs bem programados para reproduzir discursos baratos.
É aquela na qual o serviço ao próximo, em lugar de se configurar mo altruísmo; um natural impulso de promover a qualidade de vida do outro no contexto de uma sociedade desigual, é praticado como sendo “caridade”, termo esse que, embora expresse bondade e compaixão, esconde uma ação egoísta, necessária ao alcance de benefícios espirituais e à manutenção desse novo papel que se optou por desempenhar.

