Mas até que ponto estamos prontos para ouvir a verdade a nosso respeito? Até onde somos capazes de ouvi-la sem bancar a vítima, sem mimimis, dramas ou críticas?
Quantos de nós estamos prontos para nos enxergarmos diante do que outro tem a dizer???
Pedimos verdade nos relacionamentos, mas quando os parceiros (as) chega para dizer das nossas falhas, já nos armamos e nos tornamos os pobres coitados.
Pedimos verdade no trabalho, mas quando ela vem para dizer da nossa negligência e falta de compromisso e excelência com o que estamos fazendo, recuamos e dizemos que o chefe é quem é o problemático.
Pedimos verdade na família, mas quando ela aponta a nossa omissão e as nossas irresponsabilidades ficamos bravinhos e começamos a derramar nosso inconformismo para todos os lados.
Mas quando somos nós a exigirmos a verdade, o jogo vira e nos tornamos implacáveis e críticos com aqueles que julgamos ter faltado com ela.
No fundo, percebo que usamos muito dessa palavra, VERDADE, para disfarçar as nossas exigências descabidas.
Muita pouca gente está pronta para ouvir a verdade sem fugir ou reagir a ela, mas muitos, muitos mesmo ainda a encaram como ofensa.
A verdade exige muito de nós, exige aquilo que ainda não estamos dispostos a fazer: humildade para ouvir e acolher, posicionamento e movimento para mudar o que a verdade pede.
E é por isso que ela é tão combatida por nós. Ninguém quer sair da zona de conforto criada por nossas ilusões.
Pedimos verdade nos relacionamentos, mas quando os parceiros (as) chega para dizer das nossas falhas, já nos armamos e nos tornamos os pobres coitados.
Pedimos verdade no trabalho, mas quando ela vem para dizer da nossa negligência e falta de compromisso e excelência com o que estamos fazendo, recuamos e dizemos que o chefe é quem é o problemático.
Pedimos verdade na família, mas quando ela aponta a nossa omissão e as nossas irresponsabilidades ficamos bravinhos e começamos a derramar nosso inconformismo para todos os lados.
Mas quando somos nós a exigirmos a verdade, o jogo vira e nos tornamos implacáveis e críticos com aqueles que julgamos ter faltado com ela.
No fundo, percebo que usamos muito dessa palavra, VERDADE, para disfarçar as nossas exigências descabidas.
Muita pouca gente está pronta para ouvir a verdade sem fugir ou reagir a ela, mas muitos, muitos mesmo ainda a encaram como ofensa.
A verdade exige muito de nós, exige aquilo que ainda não estamos dispostos a fazer: humildade para ouvir e acolher, posicionamento e movimento para mudar o que a verdade pede.
E é por isso que ela é tão combatida por nós. Ninguém quer sair da zona de conforto criada por nossas ilusões.
Queremos ser os donos da razão e a verdade vem para desbancar isso.
Ilusão e verdade não caminham juntas. Por isso, o Cristo disse: “conhecereis a verdade e ela vos libertará”.
Mas quem quer sair de seu mundinho perfeito e cheio de regras e julgamentos? Quem quer deixar de ser criança para virar gente grande? Porque a verdade só cabe a adultos, certo?
Falar e exigir verdade é muito bom, agora eu quero ver quem a encara, e mais: quero ver quem vive diante da verdade que prega, porque quando ela chega mesmo, o que a gente mais quer é correr léguas de distância.
Queremos permanecer na bolha que criamos e a verdade é o alfinete que vem para acabar com a “festa”.
E está chegando a hora de enxergamos o que nos tornamos, a farsa que vivemos, o mundo de Alice que está tocando fogo e a gente sequer está percebendo.
Só vou dizer uma coisa: não tem como mudar se não encaramos a verdade a nosso respeito, se não olharmos frente a frente para os nosso erros, vaidade, hipocrisia, julgamento, procrastinação....
Vai chegar um momento em que não vamos mais fugir disso, e se preparem por que ele está próximo.
Pensem nisso com carinho.
Por Heloísa Tainah

