Quando a gente é criança, a gente acredita que toda relação é pra sempre, que o amor não acaba, e que todos os casais vivem felizes para sempre, como num conto de fadas.
Mas com o tempo a gente sente na pele, na carne e no peito que grande parte dos namoros se partem, nos partem e partimos. Que o amor nem sempre dura pra sempre, e às vezes é o primeiro a morrer, e que todo conto de fadas só dura para sempre porque a história acaba antes.
Por isso às vezes a gente escuta um ‘bang’, a bala não era de festim e não tem medicina que cure! O amor morreu, e a vida te obriga a continuar, e você percebe que a vida é mais malandra que você, mas que graças a Deus você pode recomeçar, ao vivo e a cores.
(Marcos Bulhões)

