CHEGUE NA PAZ

26 de ago. de 2018

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Se tivesse que me definir, diria que sou uma metamorfose constante – recolho-me com frequência no meu casulo e, quando saio, já não sou mais quem era. 

Perante tanta renovação de corpo, pele, asas e alma, saber exatamente quem sou, é-me impossível. 

Mas sinto que me torno alguém melhor para mim e para o mundo a cada dia que passa, e talvez isso seja o quanto me basta. – Talvez…

(Graça Aguiar)