Sempre fiz as coisas de bom grado e meu coração sempre esteve aberto para acolher o meu próximo que se por ventura estivesse ferido, ali (aqui dentro) encontraria abrigo.
Tantas foram as vezes que acolhi a dor de alguém só para dividir o peso, fazer com que a alma alheia pesasse menos.
Tenho a certeza de que fiz o que pude, se o destino atrai o que plantamos, estou esperando a colheita de coisas boas.
Afinal de contas, meu olhar sempre foi terno, meu sorriso sincero e minha voz sempre num tom de acolhida.
Estou construindo o paraíso em terra, faço o bem e me disponho a perdoar quem um dia me feriu.
Sou aprendiz. Do tempo. Da dor. Do amor.
Eterno sonhador.
( Vitor Ávila )

