Atualmente, dou passagem.
Não me envolvo, nem me comovo,
tampouco me aborreço.
Eu aprendi – e continuo aprendendo
– a não responder o que me perguntam.
Aprendi – finalmente – a não satisfazer
a mera conduta politicamente correta,
mas emocionalmente insossa.
Porque há pessoas que não possuem
tempero, apenas se servem do bufê alheio.
(A.D)

