
Veio alguém, bateu na porta,
vacilei, não quis abrir...
pensei que fosse a saudade
que vive a me perseguir
Bateu de novo, com força,
mas depois não insistiu...
desceu as escadas em silêncio
e para sempre partiu
Partiu deixando na porta
estas palavras fatais:
"Eu sou a Felicidade...
não voltarei nunca mais!"
