CHEGUE NA PAZ

14 de jul. de 2014


Saúde é como o estado de equilíbrio, equilíbrio entre o corpo físico, mental e emocional, por assim dizer, de modo que cada um reflita ao outro, aquilo  que é o bem-estar radiante. É assim que definiríamos a saúde. Agora, o que ocorre na humanidade, e, diríamos, especialmente em sua sociedade, em que a expectativa é que se houver algo que não seja saúde e bem estar, a expectativa é que isto possa ser corrigido instantaneamente com algum tipo de poção. E isto nega a realidade da falta de saúde e do bem-estar, que é o desequilíbrio entre o corpo, a mente e o emocional. Assim, seria conveniente e muito benéfico à humanidade, observar quais são as crenças sobre a saúde e o bem-estar, e, de modo inverso,  sobre a doença. Observar o que é, o que cria a doença, ou a falta de bem-estar, e de alguma maneira, mudar isto de dentro para fora, no reconhecimento de que tudo, de certa maneira, é co-dependente, interativo e que não está separado. Que quando vocês re-criam o equilíbrio – e, algumas vezes, isto requer um pouco de tempo em sua realidade – de modo que, ao invés de procurar simplesmente um comprimido ou uma poção para criar a mudança instantânea, observar a mudança mais profunda, de modo que o verdadeiro equilíbrio possa ser restaurado. E observar qual foi o presente neste espaço chamado de doença/saúde, desequilíbrio, doença. Você compreende?


É uma linha bem tênue, cada um de vocês, é claro, desejando o bem-estar físico. E é impressionante como o foco muda quando no físico não há bem-estar. Como o foco total está na doença. Reconhecemos que é mais difícil quando você está com dor física, ficar na alegria do seu ser. E isto parece um pouco incompreensível quando lhe dizemos que não importa o que esteja no físico, você ainda é perfeito e não há nada a corrigir. Assim deve-se encontrar o equilíbrio nas linhas finas entre o desejo de estar no bem-estar e o desejo de corrigir o que não está aparentemente equilibrado e o conhecimento de que não há nada a corrigir.


Nós o amamos intensamente.

P’taah.