O Cristo-Jesus, psicólogo, cientista, físico, engenheiro e arquiteto sidéreo, a acompanhar a evolução planetária desde antes da existência do orbe, se fazia entender quando da sua estada terrena, pela singeleza e simplicidade das parábolas, acessíveis aos homens mais incultos e comuns. Explicava que "o seu reino não era desse mundo", ensinando quanto à natureza espiritual que reside no homem, e não aos fatos transitórios concernentes à matéria ilusória. Não adentrava em maiores conhecimentos ocultistas. A sua oratória, que a todos magnetizava, como se fosse medicamento, levava a medida certa do entendimento, fiel posologia divina. Fazia-se método essencial à absorção dos assuntos mais transcendentes, diante da muralha dos ouvintes ignorantes e rústicos, tão apegados às questiúnculas da vida cotidiana: comer, beber, dormir e locupletar-se nos prazeres do corpo. Naquele momento existencial da humanidade, deixou para o futuro o descortinar dos mistérios ocultos.