CHEGUE NA PAZ

17 de mai. de 2013


CREDO DA PAZ 

Sou responsável pela guerra 
quando orgulhosamente faço uso da minha inteligência 
para prejudicar o meu semelhante;

Sou responsável pela guerra 
quando menosprezo as opiniões alheias 
que diferem das minhas próprias;

Sou responsável pela guerra 
quando desrespeito os direitos alheios;

Sou responsável pela guerra 
quando cobiço aquilo que uma outra pessoa
 conseguiu honestamente;

Sou responsável pela guerra 
quando abuso da minha superioridade de posição 
privando outros de sua oportunidade para progredir;

Sou responsável pela guerra 
se considero apenas a mim próprio 
e a meus parentes pessoas privilegiadas;

Sou responsável pela guerra 
quando me concedo direitos 
para monopolizar recursos naturais;

Sou responsável pela guerra 
se acredito que outras pessoas devem pensar
 e viver da mesma maneira que eu;

Sou responsável pela guerra 
quando penso que sucesso na vida depende 
exclusivamente do poder da fama e da riqueza;

Sou responsável pela guerra quando 
penso que a mente das pessoas deve ser dominada
 pela força e não educada pela razão;

Sou responsável pela guerra 
se acredito que o Deus de minha concepção 
é aquele em que os outros devem acreditar;

Sou responsável pela guerra 
quando penso que o país em que nasce o indivíduo 
deve ser necessariamente o lugar onde ele tem de viver;

Os verdadeiros preceitos da Paz não são legislados, porém formados nas aspirações pessoais e na conduta de milhões de indivíduos. A ignorância proporciona uma felicidade perigosa. A verdadeira Paz nasce do conhecimento que faz desaparecer o medo. Quando os homens perceberem finalmente sua dependência comum manifestar-se-á uma compreensão que transcenderá as barreiras de tempo e espaço, credo e raça.

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Sou responsável pela paz 
se direciono correta e construtivamente 
os poderes da minha mente;

Sou responsável pela paz 
se concedo ao meu semelhante 
o direito pleno de se expressar,
 de acordo com o seu próprio entendimento
 das verdades da vida;

Sou responsável pela paz 
se reconheço que os meus direitos 
cessam quando iniciam os direitos 
dos outros, e aceito isso com um mínimo
 indispensável de disciplina;

Sou responsável pela paz 
se faço uso dos meus poderes interiores 
para criar minhas próprias oportunidades;

Sou responsável pela paz
 se consigo promover a evolução
 dos que me cercam, 
sem considerar a minha posição ameaçada, 
e entendo que esta é a minha maior fonte de sucesso;

Sou responsável pela paz
 se compreendo que as Leis Cósmicas diferem
 das leis criadas pelo Homem, e que nenhum direito
 divino especial é concedido a alguém unicamente por seu berço;

Sou responsável pela paz
 se reconheço que os recursos naturais devem servir
 indistintamente a todas as formas de vida, 
e que não me cabem direitos exclusivos sobre eles;

Sou responsável pela paz 
se compreendo que nada é mais livre do que o pensamento, 
e que o pensamento construtivo transforma o Homem 
direcionando-o para a sua verdadeira meta;

Sou responsável pela paz 
quando sinto que toda felicidade depende 
do simples fato de existir... 
de estar de bem com a vida;

Sou responsável pela paz 
se percebo que todo ser humano poderá vir a ser 
um grato amigo, quando convencido 
pela argumentação sincera;

Sou responsável pela paz 
se considero que a Alma de Deus adquire personalidade 
no Homem, e que este só pode conceber Deus
 a partir de sua própria percepção da Divindade;

Sou responsável pela paz 
se reconheço a mim e ao meu semelhante como partes
 integrantes do Universo, e que a cada um cabe
 a busca do lugar onde melhor possa servir;

Se estou em paz, 
eu promovo a paz dos que me cercam. 
Por sua vez, eles promovem a paz daqueles que estão 
à sua volta e que também farão o mesmo. 
Então, a paz começa por mim! 
E sem ela não pode haver a necessária transformação social.

(Ralph Maxwell Lewis)