“Aquilo que existe em mim e faz parte de mim,
pode ser transformado. Aquilo que é do outro,
e faz parte do outro, só pode ser transformado
pelo outro; e será compreendido e aceito por mim
dentro dos meus limites.
Posso falar ao outro como me sinto em relação
ao que ele faz ou diz.
Mas não tenho o poder de controlar
o que ele faz ou diz.
Não posso afirmar:
“aquilo que você fez ou disse me feriu”.
Eu é que me feri com aquilo
que o outro fez ou disse.
Sou dono das minhas emoções,
sensações e sentimentos.
Sou dono das minhas atitudes,
pensamentos e palavras.
Não é coerente dizer que fiz algo com alguém
só porque alguém fez outra coisa comigo primeiro.
Agindo assim, sou apenas resposta e eco.
É mais valioso optar por agir
ao invés de apenas reagir.
É mais sensato perceber que sou senhor
das minhas ações, e se faço ou fiz algo,
sou o grande responsável por isso.
Reconheço que as rédeas do meu destino
estão em minhas mãos.
E me recuso a segurar as rédeas
do destino do outro.
Busco o amor em sua mais bela expressão.
E por isso abro mão de querer
ter o controle sobre a vida do outro.
Quero amar com liberdade.
Quero amar com plenitude.
Quero amar… antes de tudo porque é bom amar…”
(Kau Mascarenhas)

