CHEGUE NA PAZ

9 de mai. de 2013


“Aquilo que existe em mim e faz parte de mim, 
pode ser transformado. Aquilo que é do outro, 
e faz parte do outro, só pode ser transformado 
pelo outro; e será compreendido e aceito por mim 
dentro dos meus limites.

Posso falar ao outro como me sinto em relação 
ao que ele faz ou diz. 

Mas não tenho o poder de controlar 
o que ele faz ou diz. 
Não posso afirmar: 
“aquilo que você fez ou disse me feriu”. 
Eu é que me feri com aquilo 
que o outro fez ou disse. 

Sou dono das minhas emoções, 
sensações e sentimentos. 

Sou dono das minhas atitudes, 
pensamentos e palavras. 

Não é coerente dizer que fiz algo com alguém 
só porque alguém fez outra coisa comigo primeiro. 
Agindo assim, sou apenas resposta e eco. 

É mais valioso optar por agir 
ao invés de apenas reagir. 

É mais sensato perceber que sou senhor 
das minhas ações, e se faço ou fiz algo, 
sou o grande responsável por isso. 

Reconheço que as rédeas do meu destino 
estão em minhas mãos. 

E me recuso a segurar as rédeas 
do destino do outro. 

Busco o amor em sua mais bela expressão. 

E por isso abro mão de querer 
ter o controle sobre a vida do outro. 

Quero amar com liberdade. 

Quero amar com plenitude. 

Quero amar… antes de tudo porque é bom amar…” 

(Kau Mascarenhas)