CHEGUE NA PAZ

10 de dez. de 2012


“Eu me sinto às vezes tão frágil, 
queria me debruçar em alguém, 
em alguma coisa. 
Alguma segurança. 
Invento estorinhas para mim mesmo, 
o tempo todo, me conformo,
 me dou força.
 Mas a sensação de estar sozinho não me larga. 
Algumas paranóias, mas nada de grave. 
O que incomoda é esta fragilidade, essa aceitação, 
esse contentar-se com quase nada. 
Estou todo sensível, as coisas me comovem.”

[Caio F. Abreu]