Todos esses tipos de amor são portas para a cura. Quando nos abrimos a eles, nossa capacidade de manter um ponto de visita equilibrado sobre esse assunto aumenta.
Jeanne Achterberg, em seu livro Woman as healer, nos aponta os seguintes conceitos,
que contribuem para o alcance desse equilíbrio.
1. a cura é a jornada de toda uma vida no sentido da inteireza;
2. curar é lembrar o que foi esquecido sobre vínculo, unidade e interdependência, entre tudo que é vivente e não-vivente;
3. curar é abrir os braços ao que é mais temido;
4. curar é abrir o que estava fechado, suavizar o que se endureceu em forma de obstrução;
5. curar é penetrar no momento transcendente, atemporal, em que se experimenta o divino;
6. curar é criatividade, paixão e amor;
7. curar é buscar expressar o ser em sua plenitude, sua luz e sua sombra, o masculino e o feminino;
8. curar é aprender a confiar na vida.
Quando não desenvolvemos em nós qualquer um desses conceitos, encontramos fechada a porta para o amor e para a saúde.
