18 de nov. de 2022



Quando te faltar a força e te sentires à deriva, eu serei os teus remos.

Quando estiveres perdido no meio da escuridão, eu serei o teu farol.

Quando te sentires perder o norte, serei a tua bússola.

E quando quiseres desistir por te pesar a angústia, ajudar-te-ei a carregá-la para que não te pese tanto.

Quando achares que é o fim, eu serei o teu início.

E quando te sentires à beira do precipício, eu serei as tuas asas e não te deixarei fechá-las enquanto houver portas por abrir e descobertas por fazer.

Quando te faltar o ânimo, eu serei o teu espanto, tanto, tanto, e quando te sentires envelhecer... eu serei a novidade eterna sempre a nascer.

__ Elisabete Bárbara