13 de out. de 2019
Como podemos curar essa “criança interior”? Anote.
1. Veja-se quando criança, pegue uma fotografia se precisar. É um exercício simples com o qual buscamos fazer você refletir, um ato de introspecção em direção à sua essência do ontem, onde se esconde ainda essa criança que você foi.
2. Pense nessa imagem, traga um momento qualquer à sua memória de quando tinha 7 ou 8 anos. O que você vê? É uma criança desinibida, um pouco barulhenta e sem papas na língua? Pergunte-se se você continua sendo a mesma pessoa. Você vê uma criança que abraça os seus pais? Relembre esse amor.
Observe talvez uma pena do passado, uma ferida dolorosa? Então aceite-a e perdoe; você se sentirá mais livre. Você deve aportar calma a essa lembrança, um equilíbrio onde não haja ressentimento e que lhe permita viver em paz.
3. Continue em sua visão pessoal e estabeleça agora um diálogo com essa criança. Com esse você infantil. Você deve estabelecer uma união forte com ele, pergunte-lhe o que necessita agora para ser feliz de novo, atenda as suas palavras, os seus pedidos.
Você deve convencê-la de que vai atendê-la melhor a partir de agora, de que vai amá-la, vai cuidar dela, que juntos vão avançar com novos sonhos, relativizando problemas, rindo, sendo mais puros e não reprimindo essas necessidades tão básicas.
Segure-a bem forte pela mão e não volte a perdê-la.
Fonte: A Mente é Maravilhosa
