Quando nos reconhecemos como mestres em nossas vidas, assumimos a responsabilidade por tudo o que nela acontece. Tudo o que chamamos de bom ou de ruim, que gostamos ou não, que nos causa dor ou alegria, então se torna nossa responsabilidade, e apenas nossa. Não temos ideia de como somos poderosos a este respeito, assim assumimos o crédito pelas coisas boas e culpamos outra coisa pelo mal, quando cabe tudo a nós. Não é fácil admitir que criamos o “mal”, como o “bem”, assim reconhecemos o nosso poder quando se trata de coisas que gostamos e culpamos alguma outra energia pela nossa dor. É nossa a responsabilidade das escolhas que fazemos, tanto consciente, quanto inconscientemente.
Em qualquer lugar que nos permitimos estar na energia do medo é onde permitimos que algum aspecto da densidade se torne a energia dominante em nossas vidas. Cair nos ciclos do medo e da dor pode ser muito fácil de fazer, uma vez que lhes permitamos começar, porque eles distorcem o nosso equilíbrio energético, diminuindo a nossa freqüência, até que não mais sejamos capazes de perceber os potenciais energéticos mais elevados. Esta é outra escolha energética, e não é uma aquisição, mas uma renúncia ao nosso poder pessoal e mestria. O estado de “depressão” é simplesmente onde reduzimos a nossa resistência energética e perdemos a nossa conexão com o nosso estado natural de alegria. O estado do nosso corpo físico é quimicamente alterado por esta mudança em nossa energia e temos todos os sintomas associados a estarmos deprimidos.
Quando escolhemos elevar a nossa freqüência, podemos nos realinhar com energias de freqüência mais elevada e mais poderosa.
Se trouxermos vícios, tais como drogas e o álcool, na mistura, a situação se torna mais complicada. Qualquer substância que altera a nossa percepção da realidade também altera o nosso equilíbrio energético e diminui a nossa resistência à conexão com energias mais densas. A única razão pela qual elas podem nos conectar é porque reduzimos a nossa própria energia. Elas não têm qualquer poder sobre nós, ou não podem nos conectar com a nossa disposição. Na ausência de uma escolha e intenção poderosa de estarmos nas energias mais elevadas, ficamos sujeitos a qualquer energia que ressoe com a nossa vibração menos elevada no momento. Sem estarmos conscientes, a cada momento, e tendo poderosas intenções de onde queremos que a nossa energia esteja, o que pode ser, por exemplo, estarmos plenamente em nosso poder, estarmos nas frequências do amor, da paz e da alegria, então criamos aberturas para que outras energias entrem. Não porque elas tenham poder sobre nós, mas porque damos o nosso poder a elas.
Se podemos ser possuídos ou tomados por outras energias? A resposta a esta questão é “não”, não é possível que qualquer energia tenha o controle sobre nós. Até a Fonte ou Deus não tem controle sobre nós e o que fazemos. No entanto, podemos intencionalmente ou não (e não há diferença), entregarmos o nosso poder e quando o fazemos, tornamo-nos vítimas de qualquer energia que possa se conectar conosco. A chave para permanecermos nas vibrações superiores é sabermos que isto é algo que podemos fazer e que deveríamos fazer o tempo todo. Sem isto como uma intenção consciente para as nossas vidas, iremos nos sentir que estamos fora do controle, mas este é um estado da mente que é um resultado do estado de nossa energia, e nada mais.
