16 de mai. de 2013


Amados Filhos,
Que as bênçãos do amor tragam paz 
aos vossos corpos, mentes e corações.
Tempo de grandes mudanças, tempo de reconhecer 
que vossa realidade nada mais é do que o reflexo
 de vossas escolhas conscientes ou inconscientes, 
e assim tem sido ao longo de vossa jornada
 na Mãe Terra.

Muitas vezes escolhestes mal ao longo do caminho, 
e hoje a vida vos oferece a oportunidade de corrigirdes
 os erros do passado através da manifestação
 do amor incondicional.

Para tanto é preciso deixar fluir toda gama 
de sentimentos e emoções, que ainda se encontram
 represados em vossas mentes e corações, e mergulhar
 no silêncio para que possais permitir o despertar
 do amor em vossos corações.

Lembrai-vos que cada ato de amor expressado 
em vosso mundo cura dores e desacertos do passado,
 e é preciso que possais reconhecer e liberar 
vossas dores, para que a energia de compaixão, 
que permeia vosso planeta neste tempo, torne possível
 a compreensão e a transmutação de todos os limites
 que vos impingistes ao longo de vossa longa caminhada.

Todo esse processo exige de vós, antes de tudo, 
o emergir da verdade.
Só reconhecendo a verdade de vossa origem 
e de vosso propósito podereis atrair a perfeição.
Sois perfeitos potencialmente, eis que vossa 
essência é a mesma essência do Criador.

Manifestar essa perfeição é o objetivo que
 vos trouxe a Mãe Terra, e este é o tempo para 
concretizar vosso propósito.
Segui, pois vosso caminho, aceitando 
a responsabilidade por vossos atos do passado,
 reconhecendo o quanto vos afastastes da luz 
de Deus que existe em vós, percebendo quanto 
poder destes ao vosso ego, quanta ilusão alimentastes
 por não enxergar a verdade, quanto limite criastes,
 quanta dor desencadeastes, quantas injustiça gerastes.

Este é o tempo de saldar todos os vossos débitos, 
e eles são saldados na medida em que vossa compreensão
 vos leva a manifestar amor, o amor que gera 
a frequência onde permeia a plenitude, onde tudo
 é perfeito, onde não existe separação.  

Essa é a troca justa, a troca que gera equilíbrio, 
a troca que revela a fraternidade, a troca que 
permite a todos receber o que é seu por herança divina.

Ninguém chega ao Pai senão pelo caminho do amor, 
e o caminho do amor só se abre para os justos de 
coração, para aqueles que já compreenderam o sentido 
maior da palavra “família”, e tendo compreendido 
sempre estendem a mão, sempre olham para este 
mundo com os olhos do coração 
que nunca faz qualquer distinção.

É tempo de reconhecer vossos irmãos como aliados 
que tornam mais fácil a concretização do propósito 
divino na Mãe Terra.
É tempo de olhar para a Mãe Natureza e agradecer
 tudo que Ela vos oferece diuturnamente.
É tempo de reverenciar o solo sagrado que pisais, 
e todos os seus habitantes.
É tempo de oração, tempo de resgatar 
essa linguagem tão poderosa que permite a união
 do profano com o divino.
É tempo de exercitar a justiça divina, nunca 
transigindo com a verdade de que sois todos 
Filhos de Deus.
É tempo de Redenção!

Render-vos ao Divino vos faz contemplar a perfeição
 da Criação, a perfeição do que vós sois, eis que 
sois parte da Criação, a perfeição que revela 
a imortalidade e a torna possível a todos vós.

Que a gratidão brote em vossos corações, 
gratidão pela vida que vos foi ofertada pelo Pai, 
gratidão por este momento sagrado que vivenciais 
em vosso planeta, gratidão pela compreensão, 
pelo discernimento, pela fé que vos fez crer 
que sois Filhos de Deus, gratidão por todas 
as pessoas que vos cercam e que são vossos 
espelhos, gratidão a Deus-Pai-Todo Poderoso 
que somente trás bênçãos para vossas vidas.

Bem amados, que o amor prevaleça em vossos 
corações, que a alegria seja a tônica de vosso dia a dia, 
que a esperança alimente vossa determinação de 
seguir sempre em frente, e que a força da vida 
alimente vossa certeza no ser imortal que sois.

Bem amados, Eu vos deixo agora derramando 
sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo 
a todos no meu manto de proteção, porque 
Eu Sou Maria, Vossa Mãe.

Mensagem de Mãe Maria
recebida por Jane M. Ribeiro