
Que o medo exista, porque ele existe, mas que
não tenha tamanho para ceifar o nosso amor.
Tomara que a gente não desista de ser quem é
por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro
sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam
as nossas verdades, mesmo que
as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz
de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo,
não percamos de vista nem de sonho
a ideia da alegria.
Tomara que apesar dos pesares todos,
a gente continue tendo valentia suficiente
para não abrir mão de se sentir feliz.
Tomara...