"O problema do julgamento das aparências,
das atitudes do próximo
e da pessoa em si mesma é sempre um cometimento ingrato,
para quem se coloca na condição de juiz. (.......)
Área perigosa, a do julgamento.
Unge-te de amor pelos ingratos, os fracos, os caídos,
os delinqüentes, os desditosos, os perversos, nossos irmãos necessitados
de fraternidade, pois que "com a medida com que os julgares,
assim também serás julgado" e como os receberes
também Nosso Pai de misericórdia te receberá."
Livro: Oferenda
Joanna de Ângelis & Divaldo P. Franco
