CHEGUE NA PAZ

26 de set. de 2015


Ela, Cigana.

Sou mulher do tempo, guiada pelo vento;
sou mulher do Sol e amante da Lua;
sou mulher da rua.

Sou mulher da luz e da escuridão,
minha casa é a imensidão.

Sou feiticeira antigamente perseguida,
mas ainda, por muitos, temida.

Sou andarilha sempre em busca,
guerreira sempre na luta.

Sou mulher de escolhas e de opinião,
vejo o destino na palma da mão.

Sou mulher de muitas diretrizes,
traçadas por minhas cicatrizes.

Sou mulher de corpo frágil,
mas de alma forte.

Sou a força de toda uma vida
e prova da inexistência da morte.

Se um dia eu cruzar seu caminho agradeça, moço,
poucos têm essa sorte.

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Um dia uma cigana leu a minha mão
Falou que o destino do meu coração
Daria muitas voltas
Mas ia encontrar você

Eu confesso que na hora duvidei
Lembrei de quantas vezes eu acreditei
Mas não dava certo
Não era pra acontecer

Foi só você chegar
Pra me convencer
Estava escrito nas estrelas
Que eu ia te conhecer
Foi só você me olhar
Que eu me apaixonei
Valeu a pena esperar
Esse é o grande amor
Que eu sempre sonhei

Vou te amar
Pra sempre vou te amar
Quero seu sorriso
E a sua boca pra beijar
Vou te amar
Pra sempre vou te amar
Tudo que eu preciso
Só você pode me dar.